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Al Jarreau: uma lenda do Grammy

Como psicólogo, talvez Al Jarreau fosse um ótimo músico. Brincadeiras à  parte, nunca vamos saber o que motivou o 'doutor' Jarreau a largar a carreira. Pois é, ele se formou em psicologia, mas seu destino mudou, quando chegou a Los Angeles, em meados dos anos 60. Al Jarreau foi o primeiro artista a ganhar três Grammy, em diferentes categorias. Aos quatro anos, ele já se apresentava com seus irmãos e arriscava solos, em sua cidade natal, Milwalkee, em Wisconsin, nos Estados Unidos. Durante a faculdade, em São Francisco, já cantava em um trio. Mais tarde, mudou-se para L.A e acabou se tornando cantor de jazz. Em 1975, agora morando em Nova York, conseguiu o primeiro contrato com a grande gravadora Warner Bros. Records, que lançou seu primeiro álbum, batizado de We Got By. Daଠem diante, tratou de diversificar seu repertório variando estilos da black music: funk, soul, pop, sem nunca se distanciar do jazz. Em 1977, a primeira turnê do álbum duplo, ao vivo, Look to the Rainbow, lhe rendeu seu primeiro prêmio Grammy, de melhor vocal de jazz. Durante a década de 80, consagrou-se pela sua bela voz embalada por um swing e R&B também da melhor qualidade. Em 1981, ganhou o Grammy de melhor vocal pop. Passou pelo Brasil, no Rock in Rio, em 1985, e satisfez o público, porém, sem muito alarde. E a coleção de Grammy não parou por aà¬. Em 1992, pelo álbum Heaven and the Earth, ganhou o gramofone de ouro de melhor atuação em R&B. Em 1994 com o disco Tenderness até gravou a canção 'Mas que Nada' de Jorge Benjor, cantando em português, além de contar com parcerias como a de Joe Sample. Al Jarreau aliás, diz-se um grande fã de música brasileira. Estão entre seus à-dolos os cantores Djavan, João Gilberto e o já citado Jorge Benjor. Em 2001, ganhou uma estrela na calçada da fama, em Hollywood, como um dos cantores mais influentes de sua geração.